

Orla de Icaraí terá nova ciclovia e obras de acessibilidade
A Prefeitura de Niterói lançará em agosto o edital para revitalizar a orla da Praia de Icaraí. As obras incluem ciclovia de 1.285 metros, novos quiosques e melhorias na mobilidade, com conclusão prevista até o fim de 2027.
O projeto prevê a reorganização dos fluxos de pedestres, ciclistas e do transporte público, além de melhorias na acessibilidade e na iluminação ao longo da orla. O calçadão será ampliado em cerca de cinco metros a partir da linha de arborização existente.
A nova ciclovia ligará a Rua Miguel de Farias à Estrada Leopoldo Fróes, com 1.285 metros de extensão. A pista será separada da área de pedestres por rebaixamento, pavimentação diferenciada e sinalização horizontal.
Os quiosques atuais serão substituídos por estruturas padronizadas, com pontos definidos e infraestrutura de energia, água e esgotamento sanitário. Cada unidade terá banheiro.
Na área de acessibilidade, o calçadão receberá uma faixa contínua de granito, com 1,50 metro de largura, junto à faixa de areia. O projeto também prevê sete rampas acessíveis, escadas, piso tátil de alerta e travessias sinalizadas para pedestres e ciclistas.
As baias do transporte coletivo serão readequadas para receber até três ônibus ao mesmo tempo, com novos abrigos e sinalização acessível. Também estão previstas iluminação pública para o calçadão e a areia, bancos, lixeiras, bicicletários e equipamentos de lazer e atividade física.
O mirante será requalificado, com novo piso, reforma do guarda-corpo e iluminação. Segundo o secretário municipal de Mobilidade e Infraestrutura, Renato Barandier, a intervenção busca integrar diferentes formas de deslocamento e ampliar o uso dos espaços públicos. “A revitalização foi planejada para organizar e dar mais segurança aos deslocamentos de pedestres, ciclistas e usuários do transporte público, além de ampliar os espaços de permanência e lazer. Também vamos melhorar a acessibilidade e preservar elementos característicos da Praia de Icaraí, como o desenho das pedras portuguesas e a arborização existente”, explicou.
Fonte: Diário do Rio
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