

Leis da Alerj ampliam apoio à amamentação para mães fluminenses
Duas normas aprovadas pela Assembleia Legislativa do Rio criam medidas de orientação e acolhimento a gestantes e lactantes. As iniciativas incluem um programa em maternidades e salas de apoio em UBSs.
Durante o Agosto Dourado, mães fluminenses relatam como o acesso à informação e ao acompanhamento profissional pode ajudar diante das dificuldades da amamentação. As medidas foram reforçadas por leis aprovadas pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Mãe de primeira viagem, Tainah Caetano buscou uma consultora de amamentação ainda na gravidez, por indicação da doula e da obstetra. Após o parto, recebeu orientações sobre a pega, técnicas de ordenha e armazenamento do leite. Ela amamentou a filha por dois anos e meio.
A enfermeira obstétrica Paula Granucci afirma que a preparação deve começar no pré-natal. Segundo ela, a orientação ajuda a mulher a entender as primeiras semanas e a identificar quando uma dificuldade exige avaliação profissional.
A especialista também destaca que a continuidade da amamentação depende das condições sociais e profissionais das famílias. A recomendação citada no texto é de aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuado até os dois anos ou mais, com alimentação complementar a partir dos seis meses.
A Lei 11.212/26 criou o programa “Amamentação Humanizada” em maternidades, casas de parto e hospitais públicos. Já a Lei 11.172/26 autorizou a criação de salas de apoio ao aleitamento materno nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A primeira norma prevê orientações desde o pré-natal, técnicas para prevenir ou solucionar dores e acompanhamento de mulheres com possíveis fatores de risco para a lactação.
Fonte: tvprefeito.com
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