

Rio retoma vacinação contra MPOX para pessoas com HIV/Aids
A Secretaria Municipal de Saúde do Rio retomou em 6 de novembro a vacinação contra a MPOX, após receber 2 mil doses do Ministério da Saúde. Nesta primeira etapa, a imunização é destinada a pessoas com HIV/Aids, de 18 anos ou mais, que tenham contagem de linfócitos CD4 inferior a 200 células/mm³, segundo a Prefeitura do Rio.
O que aconteceu
A vacinação foi retomada de forma escalonada, com prioridade para grupos considerados mais vulneráveis ao desenvolvimento de formas graves da doença. Neste primeiro momento, a Secretaria Municipal de Saúde atende somente pessoas vivendo com HIV/Aids que cumprem os dois critérios informados: idade mínima de 18 anos e contagem de linfócitos CD4 inferior a 200 células/mm³.
A Prefeitura do Rio informou que recebeu 2 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde. A ampliação para as demais pessoas vivendo com HIV/Aids e para usuários de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ocorrerá de maneira sequencial, conforme a disponibilidade e o envio de novas doses pelo Ministério da Saúde.
A aplicação está distribuída em cinco unidades concentradoras. Entre elas estão os três Super Centros Cariocas de Vacinação: o posto de Botafogo, na Rua General Severiano, 91; a unidade da Zona Norte, no Shopping Nova América, em Del Castilho; e a da Zona Oeste, no ParkShopping Campo Grande.
O Super Centro de Botafogo funciona de domingo a domingo, das 8h às 22h. A unidade da Zona Norte segue o funcionamento do centro comercial, assim como o posto da Zona Oeste acompanha o horário do shopping. Também integram a rede o Centro Especial de Vacinação Dr. Álvaro Aguiar (CEVAA) e o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais do Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz (CRIE/INI), ambos com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
O que muda para o morador
A pessoa que faz parte do público desta primeira etapa precisa apresentar um documento de identificação para se vacinar. O esquema prevê duas doses, com intervalo de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação.
A vacina contra a MPOX não integra o calendário de vacinação de rotina do Programa Nacional de Imunizações. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o envio das doses e as recomendações para a vacinação são definidos pelo Ministério da Saúde.
A SMS informou que o município registrou 221 casos de MPOX em 2026 até o momento e confirmou um óbito de paciente com doença imunossupressora preexistente, que contribuiu para o agravamento do quadro. A secretaria também reforçou a orientação para evitar contato próximo com pessoas com suspeita ou confirmação da doença, higienizar as mãos com frequência e limpar superfícies.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões de pele, fluidos corporais, secreções respiratórias e objetos contaminados. Pessoas com sintomas suspeitos devem procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação. Em caso de suspeita ou diagnóstico confirmado, a orientação é manter o isolamento e não compartilhar roupas, toalhas e roupas de cama até o fim do período de transmissibilidade.
Para familiares, cuidadores e profissionais de saúde que precisem manter contato com pacientes, a SMS recomenda equipamentos de proteção individual adequados, como luvas, máscaras, aventais e proteção ocular. A rede municipal informa que está preparada para realizar o diagnóstico e acompanhar os casos; a unidade de Atenção Primária mais próxima pode ser consultada no portal Onde Ser Atendido, enquanto há mais informações sobre a doença no portal EpiRio.
Fonte: Prefeitura do Rio
Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

