Justiça mantém prisão temporária de dois investigados por morte de ciclista
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Segurança

Justiça mantém prisão temporária de dois investigados por morte de ciclista

A Justiça do Rio manteve a prisão temporária de Davi Santos Machado e Jorge Luiz Ricardo Dias, investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro Moreira, em Copacabana. As decisões foram tomadas durante audiências de custódia realizadas neste sábado (22).

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Por Redação Capital Carioca · 23 de agosto de 2026 às 16:16
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O juiz Rafael de Almeida Rezende considerou que os mandados foram expedidos regularmente e continuam dentro do prazo de validade. Segundo as decisões, permanecem válidos os fundamentos que determinaram as prisões temporárias, e eventuais pedidos das defesas devem ser apresentados ao juízo responsável pela investigação.

Cláudio, de 37 anos, foi abordado na madrugada de 11 de agosto após uma suspeita de envolvimento no furto de uma bicicleta. De acordo com a investigação da 12ª DP (Copacabana), a acusação não foi confirmada e a abordagem evoluiu para agressões. Imagens registraram ao menos 57 golpes com pedaços de madeira; o ciclista morreu após ser levado ao Hospital Municipal Miguel Couto.

Davi, que trabalhava como segurança, admitiu ter participado das agressões. Jorge afirmou à polícia que chegou ao local depois de receber uma ligação de Davi e negou ter agredido diretamente a vítima. Outros dois investigados, Felipe Eduardo dos Santos Silva e Ailton José da Silva, também estão presos.

A polícia apura a participação individual de cada envolvido e investiga quem iniciou as agressões, chamou os entregadores e atingiu a cabeça de Cláudio. Os investigados são apurados por homicídio triplamente qualificado. O caso também inclui uma apuração sobre possível atuação de uma rede informal de segurança privada nas ruas de Copacabana.

As defesas de Felipe e Ailton se manifestaram por nota. A defesa de Felipe afirmou que ele está “profundamente abalado com o ocorrido” e que aguarda a conclusão do inquérito. A defesa de Ailton declarou que os fatos ainda estão sob apuração e pediu que se evitem julgamentos precipitados. O espaço foi mantido aberto para manifestações das defesas de Davi e Jorge.

Fonte: odia.ig.com.br

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