Homem é condenado a 39 anos por morte de policial da Core no Rio
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Homem é condenado a 39 anos por morte de policial da Core no Rio

Walace Andrade de Oliveira foi condenado a 39 anos e quatro meses de prisão pela morte do policial civil João Pedro Marquini e pela tentativa de latrocínio contra a mulher do agente, a juíza Tula Corrêa de Mello.

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Por Redação Capital Carioca · 9 de setembro de 2026 às 12:03
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O que aconteceu

Walace Andrade de Oliveira foi condenado a 39 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de latrocínio consumado, que é o roubo seguido de morte, e latrocínio tentado. A decisão foi tomada pela 17ª Vara Criminal da Capital do Rio de Janeiro em processo relacionado à morte do policial civil João Pedro Marquini, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), e à tentativa de roubo com morte contra a mulher dele, a juíza Tula Corrêa de Mello.

O crime ocorreu em março de 2025, na Estrada da Grota Funda, em Vargem Grande, na zona Sudoeste do Rio. Segundo o registro da ocorrência citado pela fonte, João Pedro foi abordado enquanto dirigia. Ele voltava da casa de familiares em Campo Grande acompanhado da esposa quando criminosos fecharam a pista.

O policial foi atingido por cinco disparos, no braço, no peito e na perna. Ele morreu no local, sem chance de socorro. Além de matar o agente, os criminosos levaram a arma dele. A decisão judicial também trata do roubo do distintivo da vítima, conforme a descrição das provas feita pelo juiz Fabio Lopes Cerqueira.

Na sentença, o magistrado afirmou que as provas reunidas demonstram a participação de Walace na ação criminosa. Segundo ele, “as provas dos autos são robustas e comprovam que Walace, em conjunto com outros elementos, roubou a arma de fogo e o distintivo da vítima João Pedro Marquini Santana, valendo-se de disparos de arma de fogo que conduziram à sua morte”. O juiz também destacou a gravidade da conduta no crime de latrocínio tentado contra a juíza.

Além de Walace, foram denunciados Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca, Jefferson Rosa dos Reis, conhecido como “Jeffinho do Antares”, Alexandre Costa de Oliveira, chamado de “Preá”, e Alefe Jonathan Ferreira Rodrigues. Eles são apontados como integrantes do grupo que teria realizado a falsa blitz antes do crime.

A situação processual dos demais denunciados é diferente. Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca foi absolvido porque já responde pelo mesmo crime de associação criminosa armada em outro processo, que tramita na 28ª Vara Criminal da Capital. O processo contra Alexandre Costa de Oliveira foi separado e suspenso porque ele está foragido. Já Jefferson Rosa dos Reis e Alefe Jonathan Ferreira Rodrigues tiveram a punibilidade extinta depois de ser constatada a morte dos dois.

O que muda para o morador

A condenação estabelece a pena de 39 anos e quatro meses de prisão para Walace Andrade de Oliveira no processo julgado pela 17ª Vara Criminal da Capital. Os trechos disponibilizados não informam eventual recurso, regime de cumprimento da pena ou data para o início da execução. Também não há indicação, na fonte, de novos procedimentos ou de outras medidas imediatas relacionadas à decisão.

O caso ocorreu em uma via de Vargem Grande e envolveu uma falsa blitz, mas a fonte não apresenta alteração no trânsito, interdição, serviço público ou orientação específica para moradores da região. Assim, a consequência informada para a população é de natureza judicial: a condenação de um dos réus e a definição da situação dos demais denunciados conforme o andamento de cada processo.

A reportagem relembra ainda que João Pedro Marquini tinha 38 anos e 11 anos de serviço na Polícia Civil. Ele havia feito treinamento na SWAT, da Polícia de Miami, nos Estados Unidos, e deixou três filhos, enteados e a esposa. No trecho sobre o caso, a mulher do policial também é identificada como Tulla Melo, enquanto a decisão mencionada anteriormente a identifica como Tula Corrêa de Mello.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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