Artigo critica conservação e expansão do MetrôRio
Reprodução/Diário do Rio
Mobilidade

Artigo critica conservação e expansão do MetrôRio

Texto publicado no Diário do Rio aponta mudanças no projeto original, problemas de manutenção e falta de novas estações no sistema metroviário.

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Por Redação Capital Carioca · 13 de agosto de 2026 às 14:37
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Um artigo publicado pelo Diário do Rio analisa a trajetória do metrô do Rio de Janeiro e critica a conservação das estações, a falta de expansão e alterações feitas na aparência dos espaços. O texto também compara o padrão das primeiras estações da Linha 1 com unidades construídas posteriormente.

Segundo o artigo, as estações inauguradas em 1979 foram projetadas por Sabino Barroso, Jaime Zettel e José Leal, arquitetos que haviam colaborado com Oscar Niemeyer em projetos para Brasília. As unidades mais centrais receberam mármore branco e granito escuro, enquanto estações como Largo do Machado foram revestidas com pastilhas coloridas de vidro.

O texto afirma que as estações pioneiras eram claras, agradáveis e mantidas com uma equipe constante de limpeza. Também aponta que as unidades construídas depois apresentaram estilos diferentes, citando Botafogo, Siqueira Campos e Nossa Senhora da Paz como exemplos dessa falta de uniformidade.

Na avaliação do autor, o metrô deixou de avançar e passou a operar com linhas integradas de forma improvisada, o que impediria a redução dos intervalos entre os trens. O artigo registra que a última extensão ocorreu em 2016, com a inauguração da estação Jardim Oceânico, e que os últimos trens chegaram ao sistema em 2015.

Desde 1998, após a privatização, a gestão é feita pela MetrôRio, atualmente controlada pelo Mubadala, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos. O artigo critica intervenções em revestimentos, a presença de barracas nas estações, falhas em escadas rolantes e esteiras, infiltrações, trincas, iluminação deficiente e dificuldades para ouvir os avisos nos trens.

Fonte: Diário do Rio

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