

Fluminense recusou compra de área na Barra da Tijuca em 1954
Proposta previa estádio, centro de treinamento, pista de atletismo e um quilômetro de praia. Conselho Deliberativo rejeitou a aquisição por 72 votos a 27.
Um episódio resgatado pelo jornalista Décio Lopes, em vídeo publicado em seu perfil, mostra que o Fluminense Football Club negociou em 1954 a compra de uma extensa área na Barra da Tijuca, então considerada isolada e despovoada do Rio de Janeiro.
De acordo com o relato, os terrenos tinham preços baixos, e dirigentes chegaram a negociar com proprietários uma área que abrigaria um estádio, um centro de treinamento e uma pista de atletismo. O projeto também previa uma grande sobra de terreno.
A área analisada, segundo a publicação, superava a soma dos bairros do Leblon, Ipanema, Copacabana e Gávea. O pacote incluía ainda um quilômetro de praia, que seria chamado de Praia do Fluminense.
O terreno teria sido visitado por sócios e torcedores e equivaleria a 14 vezes o tamanho da sede histórica de Laranjeiras, com espaço para 74 campos oficiais de futebol. A publicação afirma que estimativas atuais colocariam o valor da área acima de R$ 1 bilhão.
Em setembro de 1954, o Conselho Deliberativo do clube rejeitou a compra. A votação terminou com 72 votos contrários e 27 favoráveis, sob o argumento de que a região era distante e pouco povoada.
Fonte: explosaotricolor.com.br
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