Encontro no Recreio reúne mulheres em espaço de escuta e acolhimento
Reprodução/Jornal da Barra
Rio de Janeiro

Encontro no Recreio reúne mulheres em espaço de escuta e acolhimento

Realizado na terça-feira (15), no Recreio dos Bandeirantes, o encontro “Um Encontro para Sentir em Nós” reuniu mulheres, terapeutas e convidadas para compartilhar experiências e fortalecer redes de apoio. A iniciativa foi promovida pela Sentir em Nós Mentoria em parceria com o Hub Mulheres de Frente.

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Por Redação Capital Carioca · 18 de setembro de 2026 às 12:10
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# Encontro no Recreio reúne mulheres em espaço de escuta e acolhimento ## O que aconteceu

Mulheres que vivem ou já passaram por processos de acompanhamento relacionados à Lei Maria da Penha participaram, na terça-feira (15), de uma tarde de escuta, acolhimento e troca no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. O encontro também contou com terapeutas e convidadas e foi organizado pela Sentir em Nós Mentoria, em parceria com o Hub Mulheres de Frente.

Batizada de “Um Encontro para Sentir em Nós”, a iniciativa foi estruturada como um espaço para o compartilhamento de trajetórias. Durante a programação, as participantes puderam falar sobre suas experiências, ouvir outras histórias e refletir sobre os caminhos percorridos durante processos de reconstrução.

A proposta foi oferecer um ambiente considerado seguro e acolhedor pelas organizadoras, com momentos de conversa, emoção e descontração. A programação reuniu relatos de vida e oportunidades de conexão entre as participantes, além de conversas conduzidas por profissionais e convidadas.

Entre as participantes convidadas esteve a delegada Verônica Teixeira. Ela compartilhou sua experiência e destacou a relevância da informação, da rede de apoio e do acolhimento para mulheres que enfrentam situações de violência.

A psicoterapeuta Neiva Beatriz também participou das conversas. As reflexões apresentadas por ela abordaram a reconstrução emocional e a necessidade de considerar cada trajetória de forma individual e acolhedora.

Daiane Luna, idealizadora do Hub Mulheres de Frente, ressaltou a criação de espaços capazes de aproximar mulheres e fortalecer redes de apoio. A proposta, segundo a fonte, parte da compreensão de que mulheres em momentos difíceis não precisam atravessar essas experiências sozinhas.

Ana Pinheiro, psicoterapeuta comportamental identitária, especialista em desenvolvimento humano e bem-estar emocional e idealizadora do encontro, descreveu a intenção da atividade: “Foi uma tarde muito especial, porque conseguimos criar um espaço de verdade, de escuta, de troca e de acolhimento. Cada mulher que esteve aqui carrega uma história e uma força que merece ser reconhecida. Quis proporcionar essa imersão justamente para que elas pudessem se conectar umas com as outras e também consigo mesmas”.

Como parte da homenagem às trajetórias compartilhadas, cada participante recebeu uma medalha. O objeto foi apresentado como símbolo da força, da superação e dos caminhos percorridos pelas mulheres presentes.

A atividade também integrou ações do Setembro Amarelo e foi realizada na data do aniversário de Ana Pinheiro. O encontro terminou com conversas, abraços, risadas e momentos de emoção, em uma celebração das histórias e da força de cada participante.

O que muda para o morador

Para as mulheres que participaram, a atividade representou uma oportunidade de escuta, troca de experiências e aproximação com outras pessoas que passaram por processos relacionados à Lei Maria da Penha. O encontro também colocou em evidência o papel da informação, do acolhimento e das redes de apoio no percurso de mulheres que enfrentam situações de violência.

A iniciativa reforçou, ainda, a importância de espaços voltados à reconstrução emocional e ao compartilhamento de histórias. O resultado relatado foi a criação de um momento de convivência, conexão e reconhecimento das trajetórias das participantes.

Fonte: Jornal da Barra

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